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Eleição de 2026: 424 mil eleitores do DF precisam regularizar o título até maio

Prazo para regularização termina em 8 de maio de 2026; procedimento pode ser feito online ou presencialmente no TRE-DF.

Com a aproximação do ano eleitoral, a Justiça Eleitoral alerta os cidadãos sobre a necessidade de manter a situação regular para participar das eleições gerais de 2026. Em outubro do próximo ano, os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Para estar apto a votar, o eleitor precisa regularizar eventuais pendências até 8 de maio de 2026.

No Distrito Federal, 424.638 eleitores apresentam algum tipo de irregularidade junto ao Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF). Desse total, 149.086 ainda não realizaram o cadastramento biométrico e 275.552 tiveram o título cancelado, situação que ocorre quando o eleitor deixa de votar, justificar a ausência e pagar a multa por três eleições consecutivas, sendo cada turno considerado uma eleição.

Para atender a essa demanda, o TRE-DF inaugurou a Central de Atendimento ao Eleitor (CAE), localizada na sede da Corte. O espaço segue em funcionamento inclusive durante o recesso forense, que vai até o dia 6 de janeiro, com atendimento mediante agendamento.

Segundo dados do Tribunal, a 16ª Zona Eleitoral (Ceilândia Norte) concentra o maior número de títulos cancelados, seguida pela 3ª (Taguatinga Norte) e pela 20ª (Ceilândia Sul). Já entre os eleitores que ainda não cadastraram a biometria, lideram as pendências as zonas 15ª (Águas Claras), 18ª (Lago Sul) e novamente a 16ª.

A regularização pode ser feita tanto pela internet, por meio do Autoatendimento Eleitoral, quanto presencialmente. Durante o recesso, o atendimento físico ocorre nos dias úteis, das 8h às 18h, na CAE, e das 12h às 17h nos cartórios eleitorais de plantão das zonas 1ª, 5ª, 8ª, 11ª, 17ª e 18ª, sempre com agendamento prévio.

Após o recesso, o atendimento presencial passará a ocorrer sem necessidade de agendamento. Para isso, basta comparecer a um dos pontos de atendimento munido de documento oficial com foto e comprovante de residência.

Além de impedir o exercício do direito ao voto, a falta de quitação eleitoral pode gerar outros prejuízos, como dificuldades para matrícula em universidades públicas, posse em cargos públicos e emissão de passaporte.

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